Sei que nem todas as mulheres conseguem cortar o próprio cabelo em casa. Mas, para aquelas que têm um pouco de coragem — mesmo sem muita noção de corte — é bom saber que errar faz parte. E isso pode acontecer com qualquer pessoa, seja ela profissional ou não.
O erro, nesse caso, não é um fracasso, e sim um aprendizado.
Primeira coisa: observar os fios
Antes de qualquer corte, gosto de parar e observar o meu cabelo, fazendo a seguinte pergunta:
“Como eu desejo os meus fios?”
Nem sempre um corte da moda é o ideal pro nosso tipo de fio ou pro volume que a gente tem. Por isso, é importante se conhecer e entender o que funciona melhor no seu cabelo.
Escolher com intenção
Por exemplo, se você quer disfarçar a testa, uma franja pode ser uma boa ideia! Existem vários tipos de franja, e cada uma se adapta a diferentes formatos de rosto — mas, no fim, o que prevalece mesmo é o gosto e a personalidade de cada uma.
Se você quiser um cabelo com mais leveza no comprimento, o corte repicado é ótimo.
Agora, se quer um cabelo curto e com peso, prefira cortes mais retos e precisos.
E se quiser curto com mais volume, é só aplicar o repicado mesmo no corte curto.
O corte que faço em mim
O corte que costumo aplicar no meu cabelo é o famoso corte em “V”.
Mas antes de chegar nesse formato, eu sempre tiro as pontas — aproximadamente quatro dedos.
Depois disso, levo todo o cabelo pra frente com a ajuda de um pente, prendo com um laço e faço um corte reto.
Esse processo deixa o cabelo com camadas, e o resultado é um visual mais leve, com pontas mais soltinhas e aquele charme nas beiradas.

E se você errar em algum corte? Tá tudo bem. A gente aprende, o cabelo cresce, e cada tentativa deixa uma lição. “Há beleza no ato de tentar, mesmo sem saber o final — porque cuidar de si é sempre um acerto.”

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